segunda-feira, 14 de maio de 2007

O VELHO SAN SIRO

UM ABRAÇO A TODOS AQUELES QUE AINDA RECORDAM O VELHO SAN SIRO E A TODOS AQUELES QUE PISARAM AQUELE SOALHO QUE VAI PERDURAR SEMPRE NA NOSSA MEMÓRIA.

DOS BAILES AO DESPORTO
O SOALHO TODO TORTO
AINDA OUÇO O SOM DO TIRO
FAZ PARTE DA NOSSA HISTÓRIA
SEMPRE NA NOSSA MEMÓRIA
VIVA O VELHO SAN SIRO

QUEM SABE SE ALGUM DIA
NÃO VOLTA A NOSSA ALEGRIA
NOUTRA REENCARNAÇÃO
CARPINDO AS NOSSAS MÁGOAS
REPISANDO AQUELAS TÁBUAS
DAQUELE SAGRADO SALÃO

DEIXO UMA SUGESTÃO PORQUE NÃO FAZER NO DIA QUATRO DE JULHO UMA HOMENAGEM A SAN SIRO NUMA CONFRATERNIZAÇÃO DO «CLÃ SAN SIRO» COM TODOS AQUELES QUE PASSARAM TODA A SUA JUVENTUDE OU PARTE DELA NAQUELE EMBLEMÁTICO SALÃO.

UM ABRAÇO
Zé Leonardo (Baía)

4 comentários:

Anónimo disse...

Grande Baía
Conseguiste emocionar-me. Os teus versos ou quadras trouxeram-me á memória uma montanha de gratas recordações. Se há coisas de que sou saudosista e conservador é dos tempos da nossa juventude da geração que não conheceu o Yogurte nem nunca meteu um charro na boca - não sabíamos o que isso era.
Quanto ao 4 de Julho inteiramente de acordo, desde já estou disponivel para o que for preciso.
Para ti e todos os meninos da Naval
Aquele Abraço
Rogério Neves

Anónimo disse...

Amigo Baía
Foi com grande emoção que li as palavras que escreveste dedicadas ao nosso salão,que um maldito fogo,ou será que não foi só maldito,fez desaparecer.
Grandes manhãs,tardes e noites que passámos nesse sítio "sagrado" que era o nosso S.Siro.
Como o Rogério,tambem me comovi e uma lágrima correu.Como disse ao presidente actual do nosso clube,aquando em representação do
SCP ao centenário,neste salão aprendi a gatinhar,foi uma grande dor ao vê-lo desaparecer.Ainda estou à espera que cumpram as promessas,ou será que o betão já não deixa? Dia 4 lá estarei .
Um grande abraço
APaiva

Anónimo disse...

Caro Baía,
Encarno nas tuas palavras toda a bela juventude ali vivida quer a nível desportivo, quer a nível social, e hoje com dor e saudade vou relembrando e pensando como foi possível tudo ter acabado com um incêndio de contornos ainda por esclarecer.
Foram gerações atrás umas das outras que passaram por aquelas tábuas, onde aprendemos a ser homens, jogando, dançando, partindo vidros, fugindo ao velho Diogo, tapando-lhe a cabeça com os panos dos bilhares, pedindo mil desculpas pelas malandrices ao incansável e saudoso Tó-Pinto, são recordações que jamais serão esquecidas de uma NAVAL que hoje não existe, infelizmente.
Quanto ao dia 4/JUL, se entenderem promover algo, contem comigo.

Um abração,

Arnaldo Biscaia.

Anónimo disse...

Olá, também me lembro bem desses tempos, e muitas saudades tenho....
Porque não nos juntarmos no almoço dos remadores e timoneiros? Eles já têm muita tradição e certamente eramos bem recebidos.
Já agora porque não nos juntamos e vamos nós rebocar a direcção para a sede??
Abraço a todos.