terça-feira, 9 de outubro de 2007

comentários interessantes (4)...

É muito pouco! Um mês sem postarem nada e sai uma equipa de basquetebol?
Anónimo
28.06.2007

Criticar é fácil, ainda por cima um anónimo.
Está à vontade para postar fotos de outras modalidades, a história da NAVAL agradece.
Norberto
29.06.2007

O comentário do anónimo deve estar inserido no contexto actual da pseudo Naval, parecendo que o Basquetebol não fez parte do ecletismo que regozijava os verdadeiros Navalistas.
É pena que os anónimos não tenham coragem de se identificarem, ficavam de cara lavada e talvez com a mente mais aberta para colaborarem e sugerirem algo de diferente para a NAVAL, em vez da crítica fácil e escondida.
Arnaldo Biscaia
29.06.2007

Rapaziada
Infelizmente é o pão-nosso de cada dia. Existe para aí gente que nada faz, não se preocupa em fazer e depois ainda aparece a mandar palpites de mau gosto.
A ignorância anda de mão dada com a estupidez passe para trás das costas porque a Nossa Naval é bem mais do que o dito ou mexerico de um ignorante.
Rogério
29/6/07

Quem diria que ainda ia encontrar a minha fotografia por estas bandas!!!!!!!!
me and my big ass
3/7/07

Gostaria que me informassem quantos campeonatos nacionais é que a Naval ganhou em futebol. Alguém me sabe responder? Obrigado.
Joaquim
5/7/07

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Ténis de Mesa

UMA PEQUENA "GRANDE" HISTÓRIA (Parte III)

(continuação)
A saga continua em 1967, 14 de Junho – Campeonatos Nacionais
Juniores por equipas :
CAMPEÃ NACIONAL - NAVAL com António Cavaco, José Ramalho Barbosa, António Neves e Sérgio Gouveia
Resultados:
Naval 5 – S. Lisboa Águia 0
Naval 5 – Moc. Invicta 0
Naval 5 – Marinhense 0
Naval 5 – Porto 2
Naval 5 – Sporting Portugal 2
Naval 5 – Centro Católico 2
Final
Naval 5 – Ateneu Lisboa 1
Juniores Pares
BI-CAMPEÕES NACIONAIS - NAVAL – António Neves e José Ramalho Barbosa - ( também Campeões Distritais)
Campeão Distrital – António Cavaco - Naval
Vice Campeão – António Neves - Naval
Infantis pares:
CAMPEÕES NACIONAIS – Jaime Santos e Gustavo Ponte – Naval (também campeões distritais)
Infantis Individual:
CAMPEÃO NACIONAL – Jaime Santos – Naval (também Campeonato Distrital) -
Torneio o melhor jogador da época – Caldas da Rainha
Juniores
1º José Ramalho Barbosa; 2º António Cavaco; e 4º António Neves (os 3 da Naval)
Infantis
1º Jaime Santos – Naval; 9º Gustavo Ponte - Naval
Jaime Santos o melhor jogador da época do País
TAÇA DE PORTUGAL - Juniores
Vencedor NAVAL com António Cavaco, António Neves e José Ramalho Barbosa
Resultados:
Naval 3 – Sp. Caldas 1
Naval 3 – Moc. Invicta 1
Naval 3 – Sporting Portugal 0
Taça Fundação da Federação Portuguesa Ténis de Mesa - Cidade do Porto
1º José Ramalho Barbosa; 2º António Cavaco; 3º António Neves; 4º Jaime Santos (os 4 da Naval)

Época de 1968 – CAMPEONATOS NACIONAIS
Juniores equipas:
Vice Campeões Nacionais – NAVAL – Jaime Santos, José Ramalho Barbosa e António Neves
Juniores pares:
Tri-Campeões Nacionais – NAVAL - Jaime Santos e António Neves (também Campeões Distritais)
Juniores Individual:
Vice Campeão Nacional – Jaime Santos - Naval
TAÇA DE PORTUGAL – Juniores ( em Tomar)
NAVAL BI-CAMPEÃ com Jaime Santos, José Ramalho Barbosa e António Neves
Resultados:
NAVAL 3 - Viseu e Benfica 0
NAVAL 3 – F. C. Porto 0
NAVAL 3 – Benfica 1
Torneio Nacional “Os Combatentes” 300 atletas (Juniores e Seniores) – espectacular prova de Jaime Santos (Júnior) 2 º venceu Nelson Santos (S.C.P.) na ½ final e perdeu a final com Delfim Soares (S.L.B.)
Taça Fundação da Federação Portuguesa Ténis Mesa – cidade Porto
Fase Regional
Seniores – 1º António Cavaco - Naval
Juniores – 1º Jaime Santos - Naval
Infantis
3º Fernando Norberto; 4º José Bóia; e 5º António Fernandes(Porrinhas) - Naval
(continua)

Jorge Barral

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Morreu José Dias Pereira, sócio nº 1 da Naval

Na passada sexta-feira momentos antes de se ter iniciado o encontro entre Naval e Vitória de Guimarães foi guardado um minuto de silêncio em memória de José Dias Pereira, sócio número 1 da Naval, que contava 93 anos de idade dos quais 79 de filiação ao nosso clube.

Tentámos descortinar face ao desaparecimento físico daquele prezado consócio quem ascenderia ao lugar de sócio mais antigo (numero 1) e apuramos tratar-se do Senhor Manuel Prior, “Um Menino da Naval” com 90 anos e 78 anos de filiação.

“Os Meninos” da geração dos anos 50, devem lembrar-se de Manuel Prior, pois era um dos directores da Naval que colaborava activamente nos grandiosos bailes e actos de variedades que a Naval então organizava.

Para além de Manuel Prior, seguem-se na lista de sócios mais antigos, José Maria Silvestre do Amaral, (pai do ex-guarda redes, Vítor Amaral) e Mário de Jesus, conhecido pelo Mário da Maju.

Desejo de longa vida para estes “Meninos” que estão filiados na NOSSA NAVAL á cerca de 80 anos.

RNeves

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

terça-feira, 21 de agosto de 2007

1995-96 Basquetebol - Juniores

Em cima, da esquerda para a direita: Arnaldo Biscaia, Rafael, Pedro, Ricardo Leite, Daniel Silva, Xico e Carlos Gonçalves. Em baixo, da esquerda para a direita: Cristino, Roberto, Bruno Tavares, João Adagildo.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Ténis de Mesa

UMA PEQUENA "GRANDE" HISTÓRIA (Parte II)

(continuação)
Em 1963 e depois de um torneio disputado na Figueira foram apurados para se deslocarem a França (Lyon) os seguintes atletas:
Ramiro Calouro (Ginásio) Abel Lourenço (Ginásio) e Eugénio Martins (Naval), por motivos de saúde Abel foi substituído por Pedro Moreira (Ginásio)
Nesse ano o Ginásio conquistou todos os títulos Distritais:
Abel Lourenço – Infantis
Ramiro Calouro – Juniores
Octávio Estevão – Seniores
Madalena Barreto - Senhoras
Nos Campeonatos Nacionais Individuais desse ano disputado em Lisboa:
Abel Lourenço (Ginásio) 4º - Eugénio Martins(Naval) 5º.
Em pares Infantis – 2º lugar para Abel Lourenço e Pedro Moreira (Ginásio) e 3º lugar para António Cavaco e Eugénio Martins (Naval).

Em 1964 nos Campeonatos Nacionais disputados no Porto no escalão de Infantis a equipa da Naval constituída por: António Cavaco, José Ramalho Barbosa, António Neves e José Vidal
Sagrou-se Vice Campeã Nacional com os seguintes resultados:
Naval 5 – Sporting Portugal 0
Naval 5 - Sp. Caldas 0
Naval 5 - CDUP 0
Final Naval 0 - Centro Católico 5
Individualmente conseguiram os seguintes resultados:
3º José Vidal; 4º António Cavaco e 6º José Ramalho Barbosa

No ano de 1965 em 15 Abril em Lisboa no grande Torneio Aberto do Centro Católico as equipas da Naval conseguiram os seguintes resultados:
Infantis
Colectivamente 1º lugar
Individualmente
3º José Ramalho Barbosa; 6º António Cavaco; e 7º António Neves
Juniores – 2º Eugénio Martins
No Torneio de Leiria (Gândara Olivais)
Equipas - 1ª NAVAL
Individual
1º José Ramalho Barbosa; 4º Eugénio Martins; e 6º António Cavaco
Na Taça Fundação da Federação Portuguesa Ténis de Mesa – Porto 22 e 23 Junho
Equipas – 1ª NAVAL
Individual
1º António Cavaco; 2º José Ramalho Barbosa; e 7º José Vidal

Em 1966 os Campeonatos Nacionais voltaram ao casino da Figueira em 15 de Junho com resultados fabulosos por parte da NAVAL:
Juniores por equipas:
CAMPEÃ NACIONAL – NAVAL, com Eugénio Felício Martins, António Cavaco, António Neves e José Ramalho Barbosa.
Resultados:
Naval 5 – Campos do Lis 0
Naval 5 – C. Católico 0
Naval 5 – Porto 0
Naval 5 – Ginásio Figueirense 0
Final
Naval 5 – Benfica 2
Juniores Pares:
CAMPEÕES NACIONAIS – NAVAL, com António Neves e José Ramalho Barbosa
Juniores Individual:
VICE-CAMPEÃO NACIONAL - António Cavaco - NAVAL
Infantis por equipas:
CAMPEÃ NACIONAL – NAVAL, com Jaime Santos, Gustavo Ponte, José Roque e Sérgio Gouveia.
Resultados:
Naval 5 – Centro Católico 2
Naval 5 – Ordem e Progresso 4
Naval 5 – S. C. Intendente 2
Final
Naval 5 – Ginásio Figueirense 2
Neste ano José Ramalho Barbosa em Juniores e Jaime Santos em Infantis sagraram-se Campeões Distritais.
José Ramalho Barbosa em 15 de Julho tornou-se atleta internacional em Lisboa e venceu o atleta francês G. Pierre.
(continua)

Jorge Barral

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

ADAGILDO CARVALHO um grande Navalista

Neste espaço de opinião de reflexão e de memórias fotográficas da história grandiosa da Naval existem alguns textos e comentários que criticam injustamente, na minha opinião, um grande navalista o Adagildo Carvalho.

Todas as opiniões, desde que construtivas são respeitáveis mas quem conhece bem o Adagildo não pode ficar indiferente às críticas que alguns “frequentadores” do blogue, ainda por cima anónimos, lhe fazem.

Quem dedicou quase toda a sua vida ao Clube, com alma e coração, com honestidade, com muito e muito trabalho colocando muitas e muitas vezes o interesse da Naval à frente dos seus próprios interesses, nalgumas ocasiões só faltava lá dormir, merece a minha defesa a elogio.

Existem dirigentes com uma infinita tendência para utilizarem os clubes como veículo de promoção e vantagens pessoais, enfim para se servirem e não para servir, pelo que conheço do Adagildo posso garantir que ele não faz parte desse grupo de gente e posso afirmar sem qualquer dúvida que se algum dia a Naval tiver uma sede, um pavilhão desportivo, o que seja, esse dia será certamente um dos mais felizes da sua vida.

Fernando Norberto Oliveira

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

1995-96 Basquetebol – Cadetes

Campeões Distritais e Finalistas Nacionais
Em cima da esquerda para a direita: Paula Cação, Ricardo Aires, David Coelho, Paulo Bentes, nº 9 ?, Luís Pereira (Perra), Artur Coelho, Rui Miguel e Caldeira. Em baixo da esquerda para a direita: Pedro Ferreira, André Pereira, Hugo Cascão (cenoura), Bruno Pinho da Cruz, Ricardo Fonseca, Rui Biscaia e Moreira.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Ténis de Mesa

UMA PEQUENA "GRANDE" HISTÓRIA (Parte I)
Aqui está uma das fases mais gloriosas da história da Associação Naval 1º Maio, mais de uma década de títulos nacionais que levou o nome do Clube a todo o País, faltam as fotos que ficaram nos escombros do incêndio da sede local onde se" fabricaram" todos estes CAMPEÕES , sobrou esta. (Jorge Barral)

Em Junho de 1959 e 1960 disputaram-se pela 1ª vez na Figueira da Foz, no Grande Casino Peninsular, os Campeonatos Nacionais da Ténis de Mesa.

Em 9, 10 e 11 de Junho de 1961 e pela 3ª vez consecutiva novamente no Casino da Figueira realizaram-se os Campeonatos Nacionais em todos os escalões aos quais assisti na qualidade de observador já que em Maio desse ano fui convidado para organizar a Secção de Ténis de Mesa da Naval.
Os atletas e Clubes figueirenses (NAVAL em Infantis e Juniores e GINÁSIO em todas as categorias) estiveram presentes e logo aí verifiquei que havia jovens na Figueira que bem treinados teriam futuro na modalidade, Abel Lourenço, Ramiro Calouro e Benjamim Carvalho pelo Ginásio e Eugénio Martins e José António Oliveira (Caldeira) pela Naval deram mesmo nas vistas, a grande vedeta desta prova foi o Infantil Delfim Soares (S.L.B.) que conquistou 3 títulos nacionais. (in Voz da Figueira 22.06.61)

Em 29 e 30 de Junho e 1 de Julho de 1962 os Campeonatos Nacionais voltaram à Figueira, novamente no Casino, e uma vez mais os dois emblemas da cidade estiveram presentes tendo-se destacado os seguintes atletas do Ginásio com 3ºs lugares:
Abel Lourenço e Ana Maria em pares mistos.
Ana Maria e Maria Fernanda em pares. (in Voz da Figueira 28.07.62)
(continua)

Jorge Barral

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Anos 50 - Futebol

a "Célebre Trindade" navalista

Foi o título que a imprensa atribuiu, ao trio António Maria, Pinto Machado e Tó Pinto, porque eram jogadores de categoria superior.
Da esq p/ dir: António Maria, Pinto Machado e Tó Pinto
Recorde-se que António Maria defendeu para além das cores da Naval, a Académica de Coimbra e o Benfica, o mesmo sucedendo a Pinto Machado que defendeu a baliza do Benfica durante três épocas, terminando a carreira na Naval. Tó Pinto esteve sempre ao serviço da "sua" Naval.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

1993-94 Basquetebol - Juniores

Campeões Distritais e Vencedores da Taça Nacional

(FOTO DE CIMA)Da esq p/ dir (cima): Enfermeiro Espingardeiro, Carlos Tavares, Rui Biscaia, Hugo Furet, Bruno Santos, Marco “Cabrita” Costa, Norberto, Sr. Vitorino; Da esq p/ Dir (baixo): Artur Jorge, João Pedro, Rui Trafaria, Paulo Mesquita, Rui Curado, Paulo Biscaia, José Santos, Renato Lontro

segunda-feira, 23 de julho de 2007

faz hoje 40 anos...

1967 - CAMPEÕES NACIONAIS DE REMO
Shell 4 - Juvenis



Zé Vidal, Eduardo Monteiro, João Silva, Jorge Lopes e Mário Vieira (timoneiro)



sexta-feira, 20 de julho de 2007

comentários interessantes (3)...

Concordo perfeitamente com esse Grupo de Reflexão Navalista, o qual proponho desde já que comece neste blogue.
Mais tarde não nos devíamos reunir e convidar a Direcção para ver se estão interessados em trabalhar connosco?
Falou-se no Arnaldo, Adagildo e Eurico, será que eles também não estão interessados em reflectir a Naval.
O Matias não conheço, mas se falam nele, deve ser uma pessoa válida, se alguém me poder dizer quem é, eu agradeço.
Vamos lá a isso do Grupo de Reflexão da Naval, que este blogue sirva para divulgar futuros encontros.
Abraços.
PP
20.06.2007



De facto é preciso reflectir, pois só com uma reflexão séria e clubista podemos algum dia ter a "nossa Naval" de volta. Não somos diferentes dos outros.
A Naval existe desde 1893 e eu creio que da mesma forma existem os navalistas daquela Naval eclética que era o nosso orgulho. Também penso que existem navalistas com visão contrária, aqueles que a Naval é apenas um clube de futebol. Por isso mesmo, é preciso reflectir e pode haver lugar para as duas componentes desde que se saibam respeitar e autonomizar.
Façam a SAD e fiquem com o Futebol mas por favor devolvam o resto. Deixem para nós o orgulho de podermos dizer que somos da Naval, que a "nossa Naval" é de todos daqueles que a sentem pulsar no seu coração e não apenas daquela meia dúzia que nada têm a ver com ela, que nunca fez nada por ela a não ser servir-se dela.
Viva a Naval
RN
22/06/2007

quarta-feira, 18 de julho de 2007

1992-93 Cadetes Campeões Nacionais

Em cima da esquerda para direita: treinador Pedro Neto, Hugo Furet, Carlos Tavares, Rui Biscaia, Renato Lontro, Marco “Cabrita” Costa, Srº Vitorino; Em baixo, pela mesma ordem: Paulo Biscaia, Paulo Mesquita, Rui Trafaria, Bruno Leite, José Santos


segunda-feira, 16 de julho de 2007

sexta-feira, 13 de julho de 2007

1992 - Basquetebol - Iniciados

Campeões Distritais(em cima, da esquerda para a direita:Adagildo, Roberto Flora, Ricardo Leite, Nuno Saltão, Rafael Cabete, Carlos Teixeira, Filipe Dias, Pedrão e Norberto;em baixo, da esquerda para a direita:Filipe Figueiredo, Daniel Silva, Jorge Cristino, João Adagildo, Bruno Tavares e Hugo Maranha)

quarta-feira, 11 de julho de 2007

ETERNA SAUDADE

Dez anos após o incêndio que destruiu a sede da nossa Gloriosa Associação Naval 1º de Maio, nesse dia estava longe mas ao regressar fui à Figueira e com muita tristeza encarei com aquela catástrofe.
Afastei-me um pouco para a zona do café Nau e encontrei um amigo, um grande Navalista, o Norberto com quem troquei algumas palavras sentidas do acontecimento. As lágrimas vieram-me aos olhos. Ele, provavelmente, já tinha deitado bastantes.
Até hoje, nada se fez! É altura de todos, os verdadeiros Navalistas, se juntarem e começarem a reunir para assim arranjarmos uma solução para uma nova sede para a nossa Naval, de preferência, no mesmo local onde tantos e bons anos convivemos, confraternizámos, aprendemos a conviver aí crescemos.
Dava por sugestão, para além das reuniões que possam acontecer, que a partir do próximo 1º de Maio, nos juntássemos para confraternizarmos com o aniversário da nossa Naval. Poderá ser uma ceia como um almoço, o importante é que estejamos juntos e unidos sem receios e sem confrontações para com um único objectivo conseguirmos uma sede num local onde sempre foi a nossa Naval.
Espero que todos entendam esta mensagem, que se disponibilizem e mobilizem todos os verdadeiros Navalistas.

Naval, Naval e viva a Naval!

João Mariano
4 de Julho de 2007 16:07

segunda-feira, 9 de julho de 2007

sábado, 7 de julho de 2007

mensagem recebida de um menino...

Meus Caros e Velhos Amigos,

Antes de mais parabéns, pelo blogue. Este local, é um espaço excelente para contacto e que não vou desperdiçar. Sem dúvida um espaço de excelência.
São grandes as saudades, da associação, do clube, da equipa, da dedicação e claro, dos amigos.

Há alguns anos que tenho tentado lançar a ideia de realizar uma jantarada com a malta “de outros tempos”.
Sempre que estou na Figueira, mais no Verão, vou deixando a ideia ao Cabrita, ao Filipe Borges, ao Filipe Dias, ao Ricardo Leite Santos, ao Luís Dionísio, ao Carlos Vargas, entre outros. Aqueles com que me vou cruzando.
Fica a ideia e continuem.

Um grande abraço,

Jorge Cristino
terça-feira, 3 de Julho de 2007 17:20

quarta-feira, 4 de julho de 2007

10 ANOS DEPOIS

Eram duas e meia da tarde quando vi um carro dos bombeiros passar em sentido contrário na rua da república. Pensei, algo estranho está a acontecer.
Fui ver o que se passava e reparei que loja que ficava por baixo da sede da Naval estava a arder, minutos depois começaram a chegar várias viaturas de ataque ao fogo.
Lembro-me de ter estado no salão e ter visto o Armando Esteves estender-se no chão a fim de sentir a temperatura do piso e logo de seguida ter dito aos responsáveis dos bombeiros para colocarem uma mangueira a deitar água a fim de a fazer escorrer para o piso de baixo, local onde o fogo alastrava.


Recordo também que o Jorge Dias (fotógrafo) sugeriu que se fizesse um cordão humano a fim de retirar todos os troféus ao que os responsáveis pelo ataque ao fogo responderam que a situação iria ser controlada no piso de baixo.
Também tenho presente que durante muito tempo, mesmo muito, estiveram algumas pessoas postadas às janelas da sede situação que revelava alguma tranquilidade de quem sabia o que se estava a passar.
Bem, depois foi o que se viu, tudo a arder, centenas de pessoas na rua perfeitamente impotentes para fazer fosse o que fosse, algumas choravam que nem crianças (o Inácio, o Paulo Rodrigues).


Sinceramente digo que não fui dos que se foram abaixo, antes pensei que estava ali uma oportunidade para que finalmente a NAVAL pudesse começar a construir património.
Os dias que se seguiram foram de esperança, começaram a surgir algumas boas vontades (houve uma reunião pública na Câmara demonstrativa de vontade de colaboração, caso da Associação Futebol de Coimbra e outras entidades), surgiram ideias para angariar fundos (o espectáculo do Circo que estava instalado na cidade rendeu cerca de 900 contos) e havia a indemnização do seguro por receber que algum tempo depois rendeu cerca de 50.000 contos.
Portanto bastava que houvesse vontade dos responsáveis do Clube para começar, que certamente não iriam faltar apoios.
Foi no dia 4 de Julho de 1997 e 10 anos depois, apesar de muitas promessas, nada se fez antes pelo contrário, o local está neste estado.
Fernando Norberto
4 de Julho de 2007

segunda-feira, 2 de julho de 2007

recordando 1991

Cadetes - Campeões Distritais

Em cima da esq p/ a dir: Arnaldo Biscaia, Adagildo, Xanoca, Paulo Biscaia, Levi, Carlos Pedro, Marco Costa (Cabrita), Gonçalo Crisanto, Nuno e Norberto; em baixo mesma ordem: Nunito, Bruno Leite, Miguel Alves, Zé Dias, "Bolhas", Zé Lelo, Nuno Rola e Diogo Alves. 

domingo, 1 de julho de 2007

comentários interessantes (2)...

comentário ao post "O VELHO SAN SIRO"

Caro Baía,
Encarno nas tuas palavras toda a bela juventude ali vivida quer a nível desportivo, quer a nível social, e hoje com dor e saudade vou relembrando e pensando como foi possível tudo ter acabado com um incêndio de contornos ainda por esclarecer.
Foram gerações atrás umas das outras que passaram por aquelas tábuas, onde aprendemos a ser homens, jogando, dançando, partindo vidros, fugindo ao velho Diogo, tapando-lhe a cabeça com os panos dos bilhares, pedindo mil desculpas pelas malandrices ao incansável e saudoso Tó Pinto, são recordações que jamais serão esquecidas de uma NAVAL que hoje não existe, infelizmente.
Quanto ao dia 4 de Julho, se entenderem promover algo, contem comigo.
Um grande abraço,
Arnaldo Biscaia.
20 de Maio de 2007 22:20


comentário ao post "QUE NAVAL TEMOS HOJE?"

Parabéns rapazes. Vocês conseguiram surpreender-me. Afinal ainda há quem teime em não deixar morrer a "NOSSA NAVAL".
Estou longe, mas procuro manter-me informado do que por aí se vai passando.
Amigo Biscaia, estou plenamente de acordo com a opinião escrita mas não deixo de fazer uma pergunta. Será que podemos ter esperança que o nosso clube ainda construa um complexo desportivo, com sede, enquanto for dirigido da forma que todos sabemos?
António Coelho
27 de Maio de 2007 14:29

sexta-feira, 29 de junho de 2007

comentários interessantes (1)...

Grande João Cochicho
A tua carta sinceramente não me surpreendeu, pois para quem te conhece bem como eu, sei que a nossa Naval é algo de muito querido para ti, aliás como para todos nós.
Quando li a tua carta algo me veio à memória e que não resisto a contar. Não sei se te lembras mas a história é esta.
Em 1983 fui operado a um joelho. Quando sai do Hospital fui recuperar para um consultório que existia nas proximidades do campo de treinos. Andei lá uma data de meses, aquilo era duro e nem atava nem desatava. Fui então ter contigo ao Salão da Naval onde existia o posto clínico e dei-te conta das minhas queixas. Ainda te oiço a dizer "compra um pacote de pó talco e depois vem ter comigo". Assim fiz, a partir desse dia não sei quantas vezes ao pé-coxinho subi os degraus da última porta da Naval na Rua da República e no fim levava uma massagem de pó talco.
Ainda hoje quando nos cruzamos me recordo dessa história e das massagens de pó talco.
Aquele Abraço
Rogério Neves
23 de Maio de 2007 22:48



Amigo Baía
Foi com grande emoção que li as palavras que escreveste dedicadas ao nosso salão, que um maldito fogo, ou será que não foi só maldito, fez desaparecer.
Grandes manhãs, tardes e noites que passámos nesse sítio "sagrado" que era o nosso S.Siro.
Como o Rogério, também me comovi e uma lágrima correu. Como disse ao presidente actual do nosso clube, aquando em representação do SCP no centenário, neste salão aprendi a gatinhar, foi uma grande dor ao vê-lo desaparecer. Ainda estou à espera que cumpram as promessas, ou será que o betão já não deixa? Dia 4 lá estarei.
Um grande abraço
Alexandre Paiva
15 de Maio de 2007 15:10

domingo, 27 de maio de 2007

QUE NAVAL TEMOS HOJE?

Quer o apelo manifestado pelo nosso amigo João Pedrosa Mendes, quer o artigo publicado na edição nº 8 da Revista “Figueira 21” – Maio de 2007, sobre a Naval, trazem mais uma vez à praça a necessidade de um forte debate com a Direcção do Clube? (hoje pouco mais que uma equipa profissional de futebol sénior, da responsabilidade de uma pessoa que teima em chamar-lhe Naval, apesar do evidente divorcio dos Navalistas e Figueirenses em geral, bem demonstrado no estádio ao longo das épocas desportivas mais recentes).
Pena que 10 anos volvidos, sobre o incêndio da sede, tudo esteja na mesma, apesar do esforço de alguns em remarem contra a maré, que decerto era de lua, logo o interesse de outros foi mais forte, acabando por deixar ficar tudo praticamente na mesma.
Contudo, os sócios e verdadeiros Navalistas não deixam de ter a sua dose de culpa, dado que cedo “arrumaram os remos” e permitiram que o Clube ficasse à mercê de sucessivas comissões administrativas, que só tiveram um objectivo – Equipa de Futebol Sénior para a Liga de Honra, em detrimento da manutenção das modalidades à época existentes e bem colocadas, e da utilização para fins futebolísticos, do património cedido pela Edilidade, enquanto outros clubes aumentaram o seu valor patrimonial e cimentaram as suas modalidades desportivas.
Em meu entender, a Naval só conseguirá emergir se efectivamente partir para um complexo desportivo-sede, onde possa voltar a demonstrar toda a sua força no desporto Local, Distrital e Nacional, como até então o fez. Sem isso, o desporto da Figueira continuará coxo, pobre e sem a competitividade que entusiasmou multidões.
E para que o sonho se torne realidade, os sócios têm a palavra.

Arnaldo Biscaia

terça-feira, 22 de maio de 2007

A Naval não foi só Futebol

Estando o nosso clube, Associação Naval 1º de Maio a comemorar o 114º Aniversário, é bom lembrar os mais novos que a Naval não viveu só do Futebol e Basquetebol ao longo destes cento e poucos anos.
Sem elaborar cronologicamente as modalidades praticadas, quero recordar algumas, sob pena de esquecimento doutras, que a Naval teve uma Escola de Esgrima, datada de 1926, sob a égide do instrutor, Tenente Dário Augusto de Oliveira, ao mesmo tempo treinador de Atletismo.
Fundou a Escola de Ginástica de Aparelhos em 1926 e já anteriormente, em 1922 tinha uma Classe de Ginástica Infantil, orientada pelos professores, António Neves e Zacarias.
Praticou a modalidade de Voleibol, em 1930,criada pelo sócio nº 1, Viriato dos Santos, falecido há 3 anos.
Outras modalidades de destaque praticadas no clube : Jogo do Pau, Boxe, Bilhar, Ténis de Mesa, em que fomos Campeões Nacionais em Juniores, com jogadores de grande nível, tais como Jaime Santos, Genito, Tó Cavaco, Gustavo, Tó Neves ( Tó da Aldora-mais velho), Caldeira,Norberto (Picita), Sérgio, Zé Ramalho e outros que me perdoem o esquecimento.
Tivemos brilhantes prestações na modalidade de Tiro e no Atletismo tivemos grandes atletas, tais como, Eduardo Mourinha, Campeão Nacional de Corrida de Barreiras, além de ter sido o 1ª internacional da Selecção Nacional de Futebol, sem estar vinculado a qualquer clube nessa data. Tivemos também um Campeão de Velocidade, José Cordeiro de Matos e um grande figueirense e navalista, recordista por muitos anos do Triplo Salto ou Salto em Comprimento, à data pelo Sporting Clube de Portugal, Álvaro Dias, falecido à pouco tempo.

Rapaziada mais nova, como estão a ver a Naval foi muito GRANDE no Eclectismo. Não devíamos esquecer nunca este facto.

VIVA A NAVAL
Alexandre Paiva

sexta-feira, 18 de maio de 2007

RECORDAR É VIVER

A Veneranda Velhinha Naval
Ainda me recordo quando entrei pela primeira vez naquela casa enorme na Rua da República, onde os jovens eram acarinhados pelos mais velhos, ouviam-se os acordes vindos do palco com os seus ensaios teatrais, e no salão naquelas noites quentes onde as respirações se fundiam, as vozes se amolgavam mas os corações batiam em uníssono, saltavam as bolas de couro, ouviam-se tiros secos a um canto enchendo alvos de chumbo e as ceias do 1º de Maio que envolviam toda a família navalista, para comemorar o seu aniversário e os bailes que enchiam o enorme salão e a serra-a-velha apresentada por ilustres navalistas – não era uma sede mas um reduto, um castelo de ameias altas disposta a defender a soberania intocável do tesouro ali tão perto, tudo era prata e ouro cheio de suor e glória, troféus que em miúdo olhava extasiado há espera que me dessem uma explicação (tudo ardeu).
Hoje tudo é diferente, já não existe esse encanto acolhedor e o tempo é repartido pelos quatro canais de televisão, mais TV Cabo, pelo sofá e pelo comodismo instalado, mas a Naval pese embora a sua riqueza armazenada no passado mas perdida no presente, também tem de ter vida, já não se ouvem as noites de gala, os sons dos metais já não marcam a cedência e o ritmo dos bailes da bela época, as tábuas do velho salão já não fazem tremer a garrafeira do Pascoal, se as Assembleias são simples encontros de amigos fieis, a verdade é que o nome da Naval existe, tem vida, tem movimento, mas não tem sede. A Associação Naval 1º de Maio nasceu no dia dos trabalhadores, também essa data no momento presente, despida de simbolismo, desatados que foram as amarras do fascismo, a sua essência permanece, a autenticidade persiste, a razão da sua existência está actual, pelo que sem sede própria não cria raízes futuras deixando de haver um sítio próprio onde o convívio e as ideias se poderiam cruzar e desenvolver prestígio.

A NOVA SEDE?
Será que a sua nova sede vai ser implantada no lugar que todos desejam ou seja no mesmo local da antiga sede e que tantas recordações nos deixou e ficaram enterradas?
As conversas proliferam nestes últimos anos e todos os dias pela cidade na boca de todos os navalistas, depois do desaparecimento da velhinha Naval, essa tragédia que deixou consternada toda a cidade e infelizmente sem se concretizarem até ao momento os desejos ambiciosos de todos nós, mas que a popular e eclética Associação Naval 1º de Maio a merecia não oferece dúvidas a ninguém.
Peguem-lhe de vez ao colo, meus senhores com devoção e carinho. A Figueira tem uma dívida para o mais representativo clube e que melhor prenda haveria que não fosse uma sede onde Domingos e Feriados, o hastear da bandeira verde e branca fosse um hino em louvor à Figueira e a todos quanto a representaram. Fica o apelo aos responsáveis, para que este sonho se torne realidade.

João Pedrosa Mendes (Ex-Massagista)