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sexta-feira, 22 de junho de 2018

Jorge Barral vai ser distinguido


No âmbito das Festas da Cidade, domingo – 24 de Junho, às 11h00 no CAE-Centro de Artes e Espectáculos, e durante a sessão solene comemorativa do Dia da Cidade, irá ser distinguido o “Menino” Jorge Barral (Jorge Manuel Oliveira Barral), grande “Timoneiro” do Ténis de Mesa da Naval, com a Medalha de Mérito Desportivo em Prata Dourada.

A sessão será aberta ao público em geral.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

JORGE BARRAL distinguido pela cidade com Medalha de Mérito Desportivo


JORGE BARRAL, grande “TIMONEIRO” do Ténis de Mesa da Naval, marcou uma década de ouro na modalidade, na Figueira da Foz, e é, talvez, o treinador que mais títulos nacionais e distritais conquistou em toda a história do nosso clube – Associação Naval 1º de Maio.

Um grupo de amigos e antigos atletas vem há algum tempo questionando se não chegou a hora de a cidade se lembrar dele.

E, finalmente, chegou!!!

Na passada quinta-feira em reunião ordinária da Câmara Municipal da Figueira da Foz, foi atribuída por unanimidade a medalha de MÉRITO DESPORTIVO EM PRATA DOURADA ao grande timoneiro do ténis de mesa da nossa querida Naval - JORGE BARRAL.

Também fomos informados que no próximo dia 27 a Assembleia Municipal se irá associar a esta distinção de justo reconhecimento.



UMA PEQUENA "GRANDE" HISTÓRIA
Durante o ano de 2007 publicamos sobre a Obra de Jorge Barral, recordando aqui:
Parte I - post de 31-07-2007
Parte II - post de 6-08-2007
Parte III - post de 3-10-2007
Parte IV - post de 25-10-2007

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Uma Nova NAVAL?

Post de Rogério Neves, sacado do seu blog MARCHA DO VAPOR:

O DIA QUE PODE SER DA “REVOLUÇÃO DA REGENERAÇÃO NAVALISTA”
O dia 24 de Agosto, seja de que ano for é e será sempre uma data muito respeitada pelos Figueirenses pois neste dia homenageia-se e evoca-se “ A Revolução Liberal” que ocorreu em 24 de Agosto de 1820 e dela foi principal mentor e respeitada figura de proa o figueirense Manuel Fernandes Tomaz (ou Thomaz), ao qual Almeida Garrett chamou Patriarca da Regeneração Portuguesa.
Ontem 24 de Agosto poderá ter sido o “Dia da Regeneração da Veneranda  Associação Naval 1º de Maio fundada no ano de 1893 com a apresentação dos Corpos Sociais da (Novel) Associação Naval 1º de Maio 1893 instituição recentemente criada que tem como objectivo principal e primordial devolver à Associação Naval 1º de Maio o “Prestigio de uma colectividade com 124 anos”, “Devolver o ecletismo aquele que foi dos mais ecléticos clubes figueirenses” e sobretudo “apoiar os jovens na pratica das modalidades desportivas que escolheram como opção.

Institucionalmente ou no Quadro Competitivo do Desporto Português vai eventualmente aparecer a partir de agora  uma Naval 1º de Maio a participar em três frentes, quiçá até por capricho se defrontar contra si mesma.

É isto que de momento vamos tentar explicar de forma sintética e simples para que todos compreendam. Em 1 de Maio de 1893 foi fundada a Associação Naval 1º de Maio, clube que hoje ostenta 124 anos de passado desportivo e é simplesmente a 3ª ou 4ª colectividade mais antiga do país.

No ano de 2010, Aprigio Santos resolveu constituir a Naval Futebol SAD (de má memória) um produto toxico com o intuito de mistificar dívidas e outros assuntos pouco confessáveis. Mais ou menos por esta altura e quando os homens do futebol inventaram aquele “Chavão” da ” engenharia financeira” também Aprigio não se quis deixar ficar atrás e constituiu uma série de empresas a gravitar  há volta da Naval que tiveram nomes pomposos “Naval SPJ” “Naval Capital” e Naval Imobiliária”, contudo, nunca ninguém soube o que eram estas mirabolosas empresas.

De facto os sócios da Naval nunca souberam o que era isto escreva-se entretanto que também não tinham forma de o saber … pois Aprigio nunca permitiu que os sócios da Naval fossem accionistas do Clube, isto é, para além dos 20% obrigatoriamente detidos pela Naval 1º De Maio os restantes 80% estiveram sempre na sua mão o que quer dizer que nunca nenhum associado teve possibilidades de discutir ou intervir no que quer que fosse desta aberração chamada Naval SAD

Perante este quadro e uma rotura financeira vertiginosa alguém para salvar a pele instituiu os PERS (Plano Especial de Revitalização) e se Aprigio criou um PER para a Naval SAD -ninguém lhe pode levar a mal (ele era o DDT …dono disto tudo)  o pior de tudo aconteceu pouco tempo depois quando a Naval 1º de Maio de forma ardilosa se viu arrastada também para um PER  ver aqui aprovado em A G ilegal através de diversas habilidades e aí sim, sem conhecimento da situação financeira por parte dos sócios o clube se viu diante de uma dívida a rondar os 5 milhões sem qualquer explicação.

Ontem dia 24 de Agosto pode ter sido o primeiro dia de um novo ciclo na emancipação da Naval, no seu regresso aos sócios e sobretudo na luta por uma dignidade roubada e há muito perdida.

Não sou surdo também ouço conversa de café e já se palra por aí que se cometeu uma ilegalidade. Se de facto existe – creio que não – alguma ilegalidade – se esta tem como pressuposto dignificar a Naval e fazê-la uma bandeira desportiva da cidade pois que se cometam esta e muitas mais ilegalidades (?) mas o que mais me admira é que os “Campeões da legalidade” os mesmos que ilegalmente aprovaram Relatórios e Contas sem Pareceres obrigatórios dos Conselhos Fiscais, os mesmos que choraram baba e ranho pelos milhões que o Senhor Aprigio colocava na Naval nunca souberam explicar e especificar nos Relatórios de Contas (Armadilhados) onde foram parar os milhões referentes à venda de jogadores como Yanick,  Ney, Marcelinho, Fogaça, Fábio Júnior já para não falar dos negócios esquisitos da venda dos passes de João Pedro ao Braga e Ricardo ao Vitória de Guimarães.

Pronto não vim aqui lavar roupa suja, mas há coisas às quais não se pode simplesmente passar uma esponja  há que desmistificar aqueles (heróis?) que dizem que deram tudo à Naval mas que não passaram de autênticas sanguessugas roubando-lhe tudo e servirem-se de uma nome prestigiado para logo a seguir o conspurcarem.

Já agora apenas uma pergunta. O terreno da Rua da Republica onde foi a sede da Naval que ardeu está onde? Ao nome de quem ? Que negócios se fizeram à conta dele. Esse terreno é da Naval 1º de Maio e é a Naval o seu proprietário (será?)
Ontem, 24 de Agosto foi apresentada oficialmente a Naval 1893 bem como todos os seus corpos sociais.
Paulo Bispo lidera uma equipa de 14 elementos e deu a conhecer os objectivos, mas fez também um apelo importante. A Naval precisa de todos, até dos que são da Naval e nos últimos anos se têm vindo a afastar e pede o seu regresso como associados pois uma das principais tarefas a prazo mais ou menos imediato é recuperar o ficheiro de sócios.

A Nível Nacional equipas de Juniores, Juvenis e Iniciados a Naval compete sob a bandeira da Associação Naval 1º de Maio. Nas competições Distritais todas as equipas foram inscritas  como Naval 1893 incluindo uma de seniores (que vai ser treinada por João Pereira) constituída por atletas formados na Naval e outros que por cá passaram. Ainda a nível Distrital  (Divisão de Honra) a Naval apresentará uma equipa de seniores que irá ser dirigida por José Dinis e competira sob o nome de Naval Futebol SAD.

        Rogério Neves
(Sócio cinquentenário)

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Faleceu o CARLOS

Os “Meninos da Naval” informam que faleceu hoje, com 84 anos, Carlos Alberto Simões de Oliveira Henriques.

O Carlos, como era conhecido, contínuo na Sede da Rua da República, foi funcionário dedicado da Associação Naval 1º de Maio e, durante mais de 40 anos, trabalhou nas diversas secções do clube.

O corpo estará hoje, a partir das 18 horas, na Casa Mortuária da Igreja Matriz da Figueira da Foz e o funeral será amanhã às 16 horas na Igreja Matriz e seguirá para o Cemitério Oriental (Carneira).

À família enlutada os "Meninos da Naval" apresentam as mais sentidas condolências.
Descansa em paz, Amigo!

sábado, 24 de janeiro de 2015

Finalmente…
a homenagem justíssima a "Tó Pinto"

António Freitas Rodrigues Pinto, para os figueirenses o “Tó Pinto”, foi ontem homenageado pelo Município da Figueira da Foz.

Mais sobre Tó Pinto nos links: Vida e Obra - A "Célebre Trindade" navalista
Placa descerrada no Campo de Treinos do Estádio Municipal (clica p/ aumentar)
Os filhos de Tó Pinto: Gina e Luís Pinto

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Artílio Batista

O Artílio em 1963

Atleta e técnico da gloriosa Associação Naval 1º de Maio durante os anos 60.

Na página do facebook “Os Meninos da Naval”, recebemos no passado sábado a visita do “Menino” Artílio Batista, que nos deixou a seguinte mensagem:

"Aos queridos Amigos “Meninos da Naval” no dia em que faz precisamente cinquenta anos que eu, Artílio Batista, me apresentei no C.I.C.A. – 2 na Figueira da Foz.

Foi nesse dia que me apresentei para cumprir o Serviço Militar Obrigatório e que abordei o Sargento que estava de serviço (não me recordo do seu nome, mas sei que era Tio do Nelo). Disse-lhe, então, que tinha um curso de treinador de Basketball e que era jogador da CUF (Barreiro). Perguntei-lhe qual seria o Clube da Figueira da Foz que me aconselhava a propor os meus serviços. Fiquei surpreendido com a forma como o “Nosso Sargento” se manifestou entusiasmado e se comprometeu a acompanhar-me no dia seguinte à Sede da Associação a fim de me apresentar à Direcção da nossa Naval. Imediatamente senti desvanecer-se a tristeza que me acompanhou no percurso até à Figueira da Foz e que resultava do facto de ter-me casado 19 dias antes. Se havia ficado perplexo com a forma como tinha sido recebido pelo Tio do Nelo, a minha felicidade aumentou quando, precisamente no dia 10 de Agosto de 1963, fui apresentado aos membros da Direcção da Naval, designadamente ao Victor Ratinho. Isto porque me aceitaram imediatamente para o trabalho como treinador com todos os escalões etários do Basketball Navalense.
O Artílio actual

Assim começou a história deste “Menino da Naval” (se me considerarem como tal).
Lembrando esse momento e tudo o que veio a acontecer na minha relação com Dirigentes, Atletas e massa associativa, apetece-me distribuir abraços saudosos e fraternos por todos e homenagear aqueles que impulsionaram este projecto d’Os Meninos da Naval. Estou imensamente feliz por poder partilhar as recordações de que há bem pouco tempo tomei conhecimento que se espalhavam através do Facebook, embora só hoje, 10 de Agosto de 2013, tivesse decido contactar-vos, exactamente porque foi em 10 de Agosto de 1963 (há 50 anos!) que pela primeira vez entrei no nosso antigo pavilhão e sede Navalista.

Na página do Facebook d’Os Meninos da Naval encontrei referências a nomes de dirigentes e atletas com quem trabalhei durante cerca de dois anos e que nunca esquecerei. Como poderei eu esquecer o Tó João Freitas, o Vitor Ratinho, o Veríssimo, a Maria Luísa da Papelaria Figueirense e todos os jogadores que constituíram aquela equipa irreverente que bateu a Académica do Mário Mexia, do Portugal, do Baganha e de outros grandes jogadores?!... Essa equipa que me acompanhou e com quem aprendi e pude aplicar os ensinamentos transmitidos pelo Mestre dos Mestres, o Prof. José de Sousa Esteves, criador do Basketball Simplificado e que tive o privilégio de poder introduzir na Naval com os miúdos a partir dos 10 anos.

O trabalho iniciado na Naval foi muito útil para, na Guiné como treinador e jogador, ter ganho dois campeonatos com os miúdos do Liceu e, no Barreiro, com as equipas do Luso, do Barreirense e da Quimigal (ex-CUF).
1963-64 Nacional da 1ª Divisão

Participei depois de tudo isto em alguns jogos de veteranos e almoços para celebrar os aniversários da Naval. Para um homem nascido na primeira metade do século passado, voar por sobre esta memória e partilhar esse pedaço da minha vida que foi a vivência no meio Navalista, constitui uma marca muito importante na minha vida e momentos que jamais esquecerei. Se for admitido n’Os Meninos da Naval, tal facto representará uma grande honra e estou convencido que posso contribuir em muito com fotografias e documentos desses tempos.

Por hoje, vou terminar pedindo aos Meninos da Naval que espalhem os abraços amigos e fraternos por todos os desportistas da Naval e dessa terra maravilhosa que não esquecerei e que não tenho visitado como gostaria porque afinal passaram 50 (!) anos e fui envelhecendo…

Abraços de sempre e para sempre"
Artílio Batista

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Vítor Ratinho

Atleta, técnico e dirigente da gloriosa Associação Naval 1º de Maio durante os anos 50 / 60.

Recebemos no passado dia 16, por email, a seguinte mensagem:

"Somente ontem tive conhecimento da realização de um jantar convívio dos meninos da Naval.
Lamento não estar presente, como era meu desejo, para poder abraçar e conviver com todos com quem privei, em tempos saudosos da nossa Naval.
Relembro com bastante saudade os jogos de basquetebol realizados no nosso velhinho salão que tantas e tantas alegrias deram a todos os navalistas.
Se Deus quiser, no próximo ano, farei os possíveis para estar presente, para poder conviver com todos os colegas navalistas.
ABRAÇOS a todos os que continuam a manter o amor à nossa NAVAL."
Vítor Ratinho

Até ao próximo ano, Ratinho!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Tó Pinto - Vida e Obra

Nasceu na Figueira da Foz a 14 de Setembro de 1926

Desenvolveu toda a sua actividade profissional nas extintas oficinas Bertão, tendo desempenhado o cargo de Chefe dos Serviços Administrativos.

No campo do desporto, notabilizou-se fundamentalmente como jogador e dirigente, tendo nesta última vertente atingido a sua maior projecção.

Formou juntamente com António Maria e Pinto Machado, a “Célebre Trindade”, defesa imbatível e de grande classe para o seu tempo.

Integrou durante 17 anos consecutivos diversos elencos directivos da Associação Naval 1º de Maio, tendo desempenhado em muitos deles a função de Vice-Presidente.

Foi membro dos corpos sociais da Associação de Futebol de Coimbra, tendo sido distinguido por esta entidade com o cartão de Sócio de Mérito Vitalício.

Foi convidado para desempenhar funções na Federação Portuguesa de Futebol, funções que nunca viria a desempenhar pelo amor evindenciado à sua terra e ao seu clube de sempre.

Impulsionou de forma significativa a corrente do pensamento navalista, lutando exaustivamente para que a Naval viesse a ocupar um lugar de destaque no futebol português.

Faleceu em 26 de Novembro de 1975, com 48 anos de idade, tendo a bandeira navalista acompanhado o seu corpo até à última morada.

Texto de seu filho - Luís Pinto

terça-feira, 19 de maio de 2009

Naval mais Pobre... Morreu Cândido Heleno

Cândido Heleno faleceu esta manhã. A doença venceu-o, a Naval perdeu uma das suas maiores dedicações, os navalistas perderam um amigo.

A Naval perdeu um dos seus mais dedicados associados, a seguir à família a Naval era a grande dedicação da sua vida.

Desportivamente a Naval foi tudo para ele. Assumiu tudo o que havia para assumir. Desportista, director, seccionista, formador, treinador, foi talvez um dos desportistas que mais títulos nacionais entregaram ao património histórico navalista.

Após a sua aposentação, regressou da Alemanha onde esteve emigrado cerca de duas décadas, Cândido Heleno montou uma pequena oficina no estádio onde passava o seu tempo a servir o clube a servir os seus atletas.

Morreu um homem bom… Paz à sua alma.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Henrique Pinto Machado

Morreu uma das mais emblemáticas figuras da Associação Naval 1º de Maio, Henrique Pinto Machado.
Desportista de eleição, era um predestinado para o desporto chegando a praticar várias modalidades ao mesmo tempo, o que deixava grandes dores de cabeça aos directores da Naval de então que todos requisitavam a presença de Pinto Machado.

Futebol, Basquetebol, Remo, Voleibol, Ginástica, Teatro foi a entrega de uma vida ao seu clube de sempre, apenas com duas excepções.

1951 A 1953 transferiu-se para o Benfica mas a vida deste figueirense (natural de Alfarelos) não estava virada para os estágios e prolongadas ausências que a vida de um profissional de futebol exigia.

Regressado à Figueira constituiu família todavia Moçambique seduziu-o e Henrique Pinto Machado muda-se com a família para Moçambique onde veio a prosseguir a sua carreira.

Regressou à sua Figueira da Foz mas uma terrível doença do foro respiratório condicionou-o para os seus últimos anos de vida.

Ontem foi a enterrar no Cemitério da Carneira e a Figueira perdeu um dos seus mais prestigiados desportistas.

Rogério Neves
2009-01-22

quarta-feira, 26 de março de 2008

Joaquim Redondo faleceu

Faleceu ontem o treinador da Naval e também seleccionador Nacional de remo adaptado, Joaquim Henrique de Oliveira Redondo.

O seu funeral realiza-se hoje, dia 26 de Março pelas 17h00. O corpo estará em câmara ardente na Igreja da Misericórdia em Buarcos.

Os Meninos da Naval apresentam sentidos pêsames à família, neste momento difícil.

Mais notícia:
Associação Naval 1º de Maio
Infordesporto

sábado, 1 de dezembro de 2007

TÓ JOÃO um grande Navalista

António João de Freitas, tratado pelos amigos por Tó João, foi tudo na Naval. Desportista, "Seccionista", Director e Mecenas. Quantas e quantas vezes colocou o que tinha e não tinha ao serviço da sua Naval.
Comerciante no ramo da pesca, com armazém na Rua Vasco da Gama, quem não se lembra da célebre Sanzala.
A Naval tinha contratado perto de uma dezena de jogadores para a equipa principal, parte deles, de raça negra. Nesse tempo não havia dinheiro disponível para alugar casa e muito menos hotéis para hospedar os jogadores.
Tó João resolveu o problema, construindo no seu armazém um dormitório onde alojou todos os jogadores. Estes, quando se lhes perguntavam onde residiam respondiam “na sanzala do Tó João”.
Navalistas desta estirpe têm de ser recordados com saudade.
Rogério Neves

Jantar do 1º Centenário - 1993, no Casino. Da direita para a esquerda: David Pardal (que veio propositadamente do Canadá para o evento), Tó João (o nosso homenageado), Tó Valadas, Luís Pinto e esposa, Graciete Pinto (esposa do célebre Tó Pinto e mãe de Luís Pinto) e Simão (Um bom lateral esquerdo, que chegou no tempo da famosa Sanzala).

sábado, 17 de novembro de 2007

Adeus, companheiro
Faleceu hoje às 5 horas da manhã o Zé Bifinhos, como carinhosamente todos nós lhe chamávamos, por mim quero que me fique na memória esta imagem de alegria e boa disposição que sempre lhe conheci e a lembrança dos muitos e bons momentos que passámos juntos.
Para quem não o conheceu é o nº 11.
Norberto



Como diz o Sérgio Godinho.

Chega-te a mim mais perto da lareira
Vou-te contar a história verdadeira
Álbum das fotos fechado
Volto a ser quem não era
Uma memória a primavera
Rebenta em flores impensadas
No livro as amassamos logo após cortadas
Já foi ás muitos anos
e ainda as mãos geladas
Chega-te a mim mais perto da lareira
Vou-te contar a história verdadeira
Quando a recordo
Sei que quase logo acordo
A morte dorme parada
Nessa morada.

Um último e grande abraço.

Norberto

sábado, 3 de novembro de 2007

Querido amigo Zé Eleuterio
De facto apesar de hoje as novas tecnologias nos proporcionarem uma aproximação, não sei porquê, mas às vezes, cada vez nos afasta mais.
Desconhecia completamente a tua enfermidade. Como sabes durante anos encontrávamo-nos todos os dias pelas 7h30. Cumpríamos o mesmo ritual na Tabacaria AC. Íamos buscar os jornais e depois seguíamos para o emprego, eu para os Estaleiros Navais, tu para a Tifanny. A minha aposentação quebrou esta rotina e nunca mais nos encontrámos, nem falámos, daí agora a minha surpresa.
Querido amigo nesta hora difícil envio-te a minha solidariedade, com votos de restabelecimento rápido e urgente
Um abraço do tamanho do mundo
Rogério Neves

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Morreu José Dias Pereira, sócio nº 1 da Naval

Na passada sexta-feira momentos antes de se ter iniciado o encontro entre Naval e Vitória de Guimarães foi guardado um minuto de silêncio em memória de José Dias Pereira, sócio número 1 da Naval, que contava 93 anos de idade dos quais 79 de filiação ao nosso clube.

Tentámos descortinar face ao desaparecimento físico daquele prezado consócio quem ascenderia ao lugar de sócio mais antigo (numero 1) e apuramos tratar-se do Senhor Manuel Prior, “Um Menino da Naval” com 90 anos e 78 anos de filiação.

“Os Meninos” da geração dos anos 50, devem lembrar-se de Manuel Prior, pois era um dos directores da Naval que colaborava activamente nos grandiosos bailes e actos de variedades que a Naval então organizava.

Para além de Manuel Prior, seguem-se na lista de sócios mais antigos, José Maria Silvestre do Amaral, (pai do ex-guarda redes, Vítor Amaral) e Mário de Jesus, conhecido pelo Mário da Maju.

Desejo de longa vida para estes “Meninos” que estão filiados na NOSSA NAVAL á cerca de 80 anos.

RNeves

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

ADAGILDO CARVALHO um grande Navalista

Neste espaço de opinião de reflexão e de memórias fotográficas da história grandiosa da Naval existem alguns textos e comentários que criticam injustamente, na minha opinião, um grande navalista o Adagildo Carvalho.

Todas as opiniões, desde que construtivas são respeitáveis mas quem conhece bem o Adagildo não pode ficar indiferente às críticas que alguns “frequentadores” do blogue, ainda por cima anónimos, lhe fazem.

Quem dedicou quase toda a sua vida ao Clube, com alma e coração, com honestidade, com muito e muito trabalho colocando muitas e muitas vezes o interesse da Naval à frente dos seus próprios interesses, nalgumas ocasiões só faltava lá dormir, merece a minha defesa a elogio.

Existem dirigentes com uma infinita tendência para utilizarem os clubes como veículo de promoção e vantagens pessoais, enfim para se servirem e não para servir, pelo que conheço do Adagildo posso garantir que ele não faz parte desse grupo de gente e posso afirmar sem qualquer dúvida que se algum dia a Naval tiver uma sede, um pavilhão desportivo, o que seja, esse dia será certamente um dos mais felizes da sua vida.

Fernando Norberto Oliveira