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terça-feira, 13 de novembro de 2018

Morreu o ROQUE

Os “Meninos da Naval” informam que faleceu hoje, dia 13, José Manuel Teixeira Roque.

O Roque foi atleta e dirigente da gloriosa Naval. Praticou nos anos 60 e 70 as modalidades de basquetebol, remo e ténis de mesa.
O corpo estará a partir de amanhã na Capela da Ordem Terceira - Convento de Santo António e o funeral será às 15h30.

À família enlutada os "Meninos da Naval" apresentam as mais sentidas condolências. Descansa em paz, Amigo!

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Morreu o JOHN

Os “Meninos da Naval” informam que faleceu ontem, dia 7, João Carlos Mendes mais conhecido por JOHN.

O John foi atleta de basquetebol da gloriosa Naval nos anos 60.

O corpo estará a partir de hoje na Casa Mortuária da Igreja Matriz da Figueira da Foz e o funeral será amanhã, sexta-feira dia 9 pelas 15h30.

À família enlutada os "Meninos da Naval" apresentam as mais sentidas condolências. Descansa em paz, Amigo!
O John no 7º Convívio dos "Meninos da Naval" em 2015

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Lembram-se destes meninos?

Final dos anos 60 no Parque das Abadias
Um grupo de "meninos" - atletas de basquetebol, futebol e ténis de mesa.
Seguindo a ordem da esquerda para a direita - em pé: José Silveira, Tó Ribeiro e Paulo Azevedo; fila do meio: Zé Eleutério e Jorge Biscaia; em baixo: Tó Serras, Eurico Vieira, Aprígio Barraca, Caldeira, Adagildo, Marinho Corvo e Norberto.
Foto cedida pelo menino - Paulo Azevedo

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Morreu Vítor Garcez (Pai)

Faleceu esta tarde, pelas 17 horas, no Hospital Distrital da Figueira da Foz, Vítor Garcez, pai dos “meninos” Zé Garcez e Vitó.

Foi atleta da Naval nos anos 50, tendo praticado Basquetebol e Futebol.

O corpo vai amanhã para a igreja matriz pelas 11 horas, de onde sairá para o crematório às 17 horas.

Os Meninos da Naval, neste momento difícil, apresentam os sentidos pêsames à Família enlutada.

Que Descanse em Paz!


Numa equipa de basquetebol da época de 1953/54. Em cima, da esquerda para a direita: Menezes, Gentil e Baltar; em baixo, pela mesma ordem: Vítor Loureiro, Armando (Vareta) e Vítor Garcez.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Faleceu Luís Pereira (Perrá)

Foi a enterrar, ontem em Tavarede, o Luís Pereira (conhecido nos meios desportivos como PERRÁ). Tinha 30 anos e actualmente trabalhava em França. Desconhecemos à causa da sua morte.

Jogou na Naval desde os Minis até aos Seniores. Várias vezes Campeão Distrital nas camadas jovens, finalista do Campeonato Nacional de Cadetes e Vice-Campeão Nacional de Juniores.

À Família enlutada apresentamos os nossos sentidos pêsames. Que Descanse em Paz!


Fez parte da equipa da foto abaixo – 1995/96 Cadetes - Campeões Distritais e Finalistas Nacionais. (Ver post de 2007-08-02)

terça-feira, 19 de maio de 2009

Naval mais Pobre... Morreu Cândido Heleno

Cândido Heleno faleceu esta manhã. A doença venceu-o, a Naval perdeu uma das suas maiores dedicações, os navalistas perderam um amigo.

A Naval perdeu um dos seus mais dedicados associados, a seguir à família a Naval era a grande dedicação da sua vida.

Desportivamente a Naval foi tudo para ele. Assumiu tudo o que havia para assumir. Desportista, director, seccionista, formador, treinador, foi talvez um dos desportistas que mais títulos nacionais entregaram ao património histórico navalista.

Após a sua aposentação, regressou da Alemanha onde esteve emigrado cerca de duas décadas, Cândido Heleno montou uma pequena oficina no estádio onde passava o seu tempo a servir o clube a servir os seus atletas.

Morreu um homem bom… Paz à sua alma.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Henrique Pinto Machado

Morreu uma das mais emblemáticas figuras da Associação Naval 1º de Maio, Henrique Pinto Machado.
Desportista de eleição, era um predestinado para o desporto chegando a praticar várias modalidades ao mesmo tempo, o que deixava grandes dores de cabeça aos directores da Naval de então que todos requisitavam a presença de Pinto Machado.

Futebol, Basquetebol, Remo, Voleibol, Ginástica, Teatro foi a entrega de uma vida ao seu clube de sempre, apenas com duas excepções.

1951 A 1953 transferiu-se para o Benfica mas a vida deste figueirense (natural de Alfarelos) não estava virada para os estágios e prolongadas ausências que a vida de um profissional de futebol exigia.

Regressado à Figueira constituiu família todavia Moçambique seduziu-o e Henrique Pinto Machado muda-se com a família para Moçambique onde veio a prosseguir a sua carreira.

Regressou à sua Figueira da Foz mas uma terrível doença do foro respiratório condicionou-o para os seus últimos anos de vida.

Ontem foi a enterrar no Cemitério da Carneira e a Figueira perdeu um dos seus mais prestigiados desportistas.

Rogério Neves
2009-01-22

quarta-feira, 26 de março de 2008

Joaquim Redondo faleceu

Faleceu ontem o treinador da Naval e também seleccionador Nacional de remo adaptado, Joaquim Henrique de Oliveira Redondo.

O seu funeral realiza-se hoje, dia 26 de Março pelas 17h00. O corpo estará em câmara ardente na Igreja da Misericórdia em Buarcos.

Os Meninos da Naval apresentam sentidos pêsames à família, neste momento difícil.

Mais notícia:
Associação Naval 1º de Maio
Infordesporto

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

"Putos da Naval"

“Putos da Naval” é o nome de um CD com três temas musicais que ontem foi lançado pelo Departamento de Futebol de Formação da Naval em conjunto com todo o universo directivo, administrativo e desportivo do clube numa clara alusão a todos aqueles que durante 115 anos de história praticaram e praticam desporto no clube.

Como principal particularidade está o assumir das mães dos jogadores das escolas de futebol do clube que emprestaram as suas vozes para a iniciativa.

Ainda nesta vertente de particularidades refira-se que a Faixa 1 do CD “Putos da Naval” tem letra e música de Luís Pinto antigo atleta de futebol do clube e hoje figura conhecida do canto lírico, enquanto a Faixa 2 “Faz da vida uma Festa” a letra e música é de Luís Albuquerque (Lita), antigo basquetebolista da Naval e hoje membro da Banda de Hip-Hop - WeFigga , que gentilmente cedeu a música.

A Faixa 3 é instrumental. Refira-se entretanto que a ilustração Gráfica do trabalho apresentado é de outro consagrado navalista, o artista plástico e ex-Presidente da Naval, Cação Biscaia.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Orquestra Miúdos da Naval
Anos 50 (1957/58) a notável Orquestra Miúdos da Naval, actuando ao "vivo" no palco da sede da nossa Gloriosa Naval.

Da esquerda para a direita: 1º Jorge Dias; 2º Vató na bateria (filho do Valdemar Ramalho); 3º Nelo; 4º Bom Zé (filho do Tó João); 5º (???); 6º Alexandre Paiva; 7º o pianista (???). Se alguém puder ajudar na identificação dos restantes, força!

sábado, 1 de dezembro de 2007

TÓ JOÃO um grande Navalista

António João de Freitas, tratado pelos amigos por Tó João, foi tudo na Naval. Desportista, "Seccionista", Director e Mecenas. Quantas e quantas vezes colocou o que tinha e não tinha ao serviço da sua Naval.
Comerciante no ramo da pesca, com armazém na Rua Vasco da Gama, quem não se lembra da célebre Sanzala.
A Naval tinha contratado perto de uma dezena de jogadores para a equipa principal, parte deles, de raça negra. Nesse tempo não havia dinheiro disponível para alugar casa e muito menos hotéis para hospedar os jogadores.
Tó João resolveu o problema, construindo no seu armazém um dormitório onde alojou todos os jogadores. Estes, quando se lhes perguntavam onde residiam respondiam “na sanzala do Tó João”.
Navalistas desta estirpe têm de ser recordados com saudade.
Rogério Neves

Jantar do 1º Centenário - 1993, no Casino. Da direita para a esquerda: David Pardal (que veio propositadamente do Canadá para o evento), Tó João (o nosso homenageado), Tó Valadas, Luís Pinto e esposa, Graciete Pinto (esposa do célebre Tó Pinto e mãe de Luís Pinto) e Simão (Um bom lateral esquerdo, que chegou no tempo da famosa Sanzala).

sábado, 17 de novembro de 2007

Adeus, companheiro
Faleceu hoje às 5 horas da manhã o Zé Bifinhos, como carinhosamente todos nós lhe chamávamos, por mim quero que me fique na memória esta imagem de alegria e boa disposição que sempre lhe conheci e a lembrança dos muitos e bons momentos que passámos juntos.
Para quem não o conheceu é o nº 11.
Norberto



Como diz o Sérgio Godinho.

Chega-te a mim mais perto da lareira
Vou-te contar a história verdadeira
Álbum das fotos fechado
Volto a ser quem não era
Uma memória a primavera
Rebenta em flores impensadas
No livro as amassamos logo após cortadas
Já foi ás muitos anos
e ainda as mãos geladas
Chega-te a mim mais perto da lareira
Vou-te contar a história verdadeira
Quando a recordo
Sei que quase logo acordo
A morte dorme parada
Nessa morada.

Um último e grande abraço.

Norberto

sábado, 3 de novembro de 2007

Querido amigo Zé Eleuterio
De facto apesar de hoje as novas tecnologias nos proporcionarem uma aproximação, não sei porquê, mas às vezes, cada vez nos afasta mais.
Desconhecia completamente a tua enfermidade. Como sabes durante anos encontrávamo-nos todos os dias pelas 7h30. Cumpríamos o mesmo ritual na Tabacaria AC. Íamos buscar os jornais e depois seguíamos para o emprego, eu para os Estaleiros Navais, tu para a Tifanny. A minha aposentação quebrou esta rotina e nunca mais nos encontrámos, nem falámos, daí agora a minha surpresa.
Querido amigo nesta hora difícil envio-te a minha solidariedade, com votos de restabelecimento rápido e urgente
Um abraço do tamanho do mundo
Rogério Neves

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

ADAGILDO CARVALHO um grande Navalista

Neste espaço de opinião de reflexão e de memórias fotográficas da história grandiosa da Naval existem alguns textos e comentários que criticam injustamente, na minha opinião, um grande navalista o Adagildo Carvalho.

Todas as opiniões, desde que construtivas são respeitáveis mas quem conhece bem o Adagildo não pode ficar indiferente às críticas que alguns “frequentadores” do blogue, ainda por cima anónimos, lhe fazem.

Quem dedicou quase toda a sua vida ao Clube, com alma e coração, com honestidade, com muito e muito trabalho colocando muitas e muitas vezes o interesse da Naval à frente dos seus próprios interesses, nalgumas ocasiões só faltava lá dormir, merece a minha defesa a elogio.

Existem dirigentes com uma infinita tendência para utilizarem os clubes como veículo de promoção e vantagens pessoais, enfim para se servirem e não para servir, pelo que conheço do Adagildo posso garantir que ele não faz parte desse grupo de gente e posso afirmar sem qualquer dúvida que se algum dia a Naval tiver uma sede, um pavilhão desportivo, o que seja, esse dia será certamente um dos mais felizes da sua vida.

Fernando Norberto Oliveira

quarta-feira, 11 de julho de 2007

ETERNA SAUDADE

Dez anos após o incêndio que destruiu a sede da nossa Gloriosa Associação Naval 1º de Maio, nesse dia estava longe mas ao regressar fui à Figueira e com muita tristeza encarei com aquela catástrofe.
Afastei-me um pouco para a zona do café Nau e encontrei um amigo, um grande Navalista, o Norberto com quem troquei algumas palavras sentidas do acontecimento. As lágrimas vieram-me aos olhos. Ele, provavelmente, já tinha deitado bastantes.
Até hoje, nada se fez! É altura de todos, os verdadeiros Navalistas, se juntarem e começarem a reunir para assim arranjarmos uma solução para uma nova sede para a nossa Naval, de preferência, no mesmo local onde tantos e bons anos convivemos, confraternizámos, aprendemos a conviver aí crescemos.
Dava por sugestão, para além das reuniões que possam acontecer, que a partir do próximo 1º de Maio, nos juntássemos para confraternizarmos com o aniversário da nossa Naval. Poderá ser uma ceia como um almoço, o importante é que estejamos juntos e unidos sem receios e sem confrontações para com um único objectivo conseguirmos uma sede num local onde sempre foi a nossa Naval.
Espero que todos entendam esta mensagem, que se disponibilizem e mobilizem todos os verdadeiros Navalistas.

Naval, Naval e viva a Naval!

João Mariano
4 de Julho de 2007 16:07

sábado, 7 de julho de 2007

mensagem recebida de um menino...

Meus Caros e Velhos Amigos,

Antes de mais parabéns, pelo blogue. Este local, é um espaço excelente para contacto e que não vou desperdiçar. Sem dúvida um espaço de excelência.
São grandes as saudades, da associação, do clube, da equipa, da dedicação e claro, dos amigos.

Há alguns anos que tenho tentado lançar a ideia de realizar uma jantarada com a malta “de outros tempos”.
Sempre que estou na Figueira, mais no Verão, vou deixando a ideia ao Cabrita, ao Filipe Borges, ao Filipe Dias, ao Ricardo Leite Santos, ao Luís Dionísio, ao Carlos Vargas, entre outros. Aqueles com que me vou cruzando.
Fica a ideia e continuem.

Um grande abraço,

Jorge Cristino
terça-feira, 3 de Julho de 2007 17:20

quarta-feira, 4 de julho de 2007

10 ANOS DEPOIS

Eram duas e meia da tarde quando vi um carro dos bombeiros passar em sentido contrário na rua da república. Pensei, algo estranho está a acontecer.
Fui ver o que se passava e reparei que loja que ficava por baixo da sede da Naval estava a arder, minutos depois começaram a chegar várias viaturas de ataque ao fogo.
Lembro-me de ter estado no salão e ter visto o Armando Esteves estender-se no chão a fim de sentir a temperatura do piso e logo de seguida ter dito aos responsáveis dos bombeiros para colocarem uma mangueira a deitar água a fim de a fazer escorrer para o piso de baixo, local onde o fogo alastrava.


Recordo também que o Jorge Dias (fotógrafo) sugeriu que se fizesse um cordão humano a fim de retirar todos os troféus ao que os responsáveis pelo ataque ao fogo responderam que a situação iria ser controlada no piso de baixo.
Também tenho presente que durante muito tempo, mesmo muito, estiveram algumas pessoas postadas às janelas da sede situação que revelava alguma tranquilidade de quem sabia o que se estava a passar.
Bem, depois foi o que se viu, tudo a arder, centenas de pessoas na rua perfeitamente impotentes para fazer fosse o que fosse, algumas choravam que nem crianças (o Inácio, o Paulo Rodrigues).


Sinceramente digo que não fui dos que se foram abaixo, antes pensei que estava ali uma oportunidade para que finalmente a NAVAL pudesse começar a construir património.
Os dias que se seguiram foram de esperança, começaram a surgir algumas boas vontades (houve uma reunião pública na Câmara demonstrativa de vontade de colaboração, caso da Associação Futebol de Coimbra e outras entidades), surgiram ideias para angariar fundos (o espectáculo do Circo que estava instalado na cidade rendeu cerca de 900 contos) e havia a indemnização do seguro por receber que algum tempo depois rendeu cerca de 50.000 contos.
Portanto bastava que houvesse vontade dos responsáveis do Clube para começar, que certamente não iriam faltar apoios.
Foi no dia 4 de Julho de 1997 e 10 anos depois, apesar de muitas promessas, nada se fez antes pelo contrário, o local está neste estado.
Fernando Norberto
4 de Julho de 2007

domingo, 27 de maio de 2007

QUE NAVAL TEMOS HOJE?

Quer o apelo manifestado pelo nosso amigo João Pedrosa Mendes, quer o artigo publicado na edição nº 8 da Revista “Figueira 21” – Maio de 2007, sobre a Naval, trazem mais uma vez à praça a necessidade de um forte debate com a Direcção do Clube? (hoje pouco mais que uma equipa profissional de futebol sénior, da responsabilidade de uma pessoa que teima em chamar-lhe Naval, apesar do evidente divorcio dos Navalistas e Figueirenses em geral, bem demonstrado no estádio ao longo das épocas desportivas mais recentes).
Pena que 10 anos volvidos, sobre o incêndio da sede, tudo esteja na mesma, apesar do esforço de alguns em remarem contra a maré, que decerto era de lua, logo o interesse de outros foi mais forte, acabando por deixar ficar tudo praticamente na mesma.
Contudo, os sócios e verdadeiros Navalistas não deixam de ter a sua dose de culpa, dado que cedo “arrumaram os remos” e permitiram que o Clube ficasse à mercê de sucessivas comissões administrativas, que só tiveram um objectivo – Equipa de Futebol Sénior para a Liga de Honra, em detrimento da manutenção das modalidades à época existentes e bem colocadas, e da utilização para fins futebolísticos, do património cedido pela Edilidade, enquanto outros clubes aumentaram o seu valor patrimonial e cimentaram as suas modalidades desportivas.
Em meu entender, a Naval só conseguirá emergir se efectivamente partir para um complexo desportivo-sede, onde possa voltar a demonstrar toda a sua força no desporto Local, Distrital e Nacional, como até então o fez. Sem isso, o desporto da Figueira continuará coxo, pobre e sem a competitividade que entusiasmou multidões.
E para que o sonho se torne realidade, os sócios têm a palavra.

Arnaldo Biscaia

terça-feira, 22 de maio de 2007

A Naval não foi só Futebol

Estando o nosso clube, Associação Naval 1º de Maio a comemorar o 114º Aniversário, é bom lembrar os mais novos que a Naval não viveu só do Futebol e Basquetebol ao longo destes cento e poucos anos.
Sem elaborar cronologicamente as modalidades praticadas, quero recordar algumas, sob pena de esquecimento doutras, que a Naval teve uma Escola de Esgrima, datada de 1926, sob a égide do instrutor, Tenente Dário Augusto de Oliveira, ao mesmo tempo treinador de Atletismo.
Fundou a Escola de Ginástica de Aparelhos em 1926 e já anteriormente, em 1922 tinha uma Classe de Ginástica Infantil, orientada pelos professores, António Neves e Zacarias.
Praticou a modalidade de Voleibol, em 1930,criada pelo sócio nº 1, Viriato dos Santos, falecido há 3 anos.
Outras modalidades de destaque praticadas no clube : Jogo do Pau, Boxe, Bilhar, Ténis de Mesa, em que fomos Campeões Nacionais em Juniores, com jogadores de grande nível, tais como Jaime Santos, Genito, Tó Cavaco, Gustavo, Tó Neves ( Tó da Aldora-mais velho), Caldeira,Norberto (Picita), Sérgio, Zé Ramalho e outros que me perdoem o esquecimento.
Tivemos brilhantes prestações na modalidade de Tiro e no Atletismo tivemos grandes atletas, tais como, Eduardo Mourinha, Campeão Nacional de Corrida de Barreiras, além de ter sido o 1ª internacional da Selecção Nacional de Futebol, sem estar vinculado a qualquer clube nessa data. Tivemos também um Campeão de Velocidade, José Cordeiro de Matos e um grande figueirense e navalista, recordista por muitos anos do Triplo Salto ou Salto em Comprimento, à data pelo Sporting Clube de Portugal, Álvaro Dias, falecido à pouco tempo.

Rapaziada mais nova, como estão a ver a Naval foi muito GRANDE no Eclectismo. Não devíamos esquecer nunca este facto.

VIVA A NAVAL
Alexandre Paiva