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quarta-feira, 25 de maio de 2016

1939 – Teatro: O Casamento da Vasca

Farsa Carnavalesca
De autoria do saudoso figueirense António Pereira Correia - escritor teatral que foi homenageado em 1924.
Esta farsa carnavalesca era a peça mais apreciada daqueles tempos. Foi representada pela última vez por altura das comemorações do Centenário.

Imagem:
Impresso de programa dos espectáculos realizados nos dias: Domingo Gordo dia 19-2-1939 e Terça-feira de Entrudo dia 21-2-1939 e ainda do Grandioso Baile de Máscaras 2ª Feira Gorda dia 20 de Fevereiro de 1939.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

NAVAL o clube mais antigo de Portugal

Qual o Clube mais antigo de Portugal?
Esta é uma pergunta que coloca uma imensa problemática quando feita, e ouvem-se várias respostas, há quem diga que o futebol começou na madeira, há quem diga que começou no alto Minho há quem defenda que foi Académica de Coimbra, há quem defenda que foi na capital , mas a verdade é que o clube mais antigo de Portugal é a Naval 1º de Maio.

Em 1893 , a Naval era fundada, tal como o FC Basel na Suiça ( que mais tarde iria estar na origem do Barcelona) , tal como os históricos Dundee Football Club, o Oxford United Football Clube, o VFB Stuttgart e o Ateticky Clube Sparta de Praga, é uma das instituições mais antigas da Europa, porém o seu historial e conhecimento passam na sombra do conhecimento por ter estado décadas em ligas inferiores.

Para que não hajam polémicas em relação à veracidade, foi feita uma verificação detalhada do ano de fundação dos clubes mais antigos, o Belenenses foi fundado em 23 de Setembro de 1919, o Benfica em 28 de Fevereiro de 1904, o Leixões no dia 28 de Novembro de 1907, o Porto em 28 de Setembro de 1893, o Sporting em 1 de Julho de 1906, e Académica de Coimbra, no dia 3 de Novembro de 1887, o já extinto Club Lisbonense foi criado no ano de 1890 , a Naval como o seu próprio nome indica , foi no dia 1 de Maio de 1893.

Como Associação de raiz operária o nome escolhido não poderia ter sido mais apropriado, assim como o dia escolhido para a sua implementação - o dia do Trabalhador, de 1893.

O primeiro Presidente da Naval foi João da Encarnação, banheiro da Praia da Claridade, da cidade sede da Figueira da Foz , na sua fase inicial, a Naval tinha por objectivo a prática de desportos náuticos, por parte dos seus associados.

E foi no Remo, durante os seus primeiros anos de história, que a Naval 1º de Maio almejou alguns dos seus grandes sucessos desportivos. Mas, embora tenha nascido com uma vertente náutica, a Naval 1º de Maio foi alargando as suas secções desportivas e culturais, numa tentativa de proporcionar aos seus associados um leque variado de opções de prática desportiva e de actividades lúdicas.

Se como clube é o mais antigo,como colectividade trata-se da quarta colectividade desportiva mais antiga do país, mas como clube é o clube mais antigo ainda em actividade.

No dia 4 de Julho de 1997 , um incêndio, destruiu a sua sede social. Com ele quase desapareceram 105 anos de história, à data, da Naval 1º de Maio, que passou a ter instalações provisórias no estádio José Bento Pessoa.

Nos pontos altos do clube , estiveram as 5 épocas consecutivas na primeira liga com a subida em 2004/2005, e tiveram as duas presenças nas meias finais da taça de Portugal, uma delas a mitica presença em 2002/2003, quando ainda disputava a segunda liga , tinha eliminado o Sporting ( campeão nacional e vencedor da taça em título) e em pleno estádio de Alvalade fez uma das maiores surpresas da prova rainha do futebol português, caindo depois no Dragão contra o Futebol Clube do Porto de José Mourinho que nessa época venceu tudo que havia para vencer ( perdeu 2-0, com dois golos na segunda parte).

Depois voltou ás meias finais na época de 2009/2010 e perdeu contra o Desportivo de Chaves ( equipa na altura a disputar a II Liga), após prolongamento, falhando mais uma vez a tão ambicionada final.

Entre os feitos teve boas prestações na primeira liga, partilhando com o Leixões o título de últimas duas equipas a vencerem o Porto internamente de forma consecutiva, no ano em que desceu ainda antes de descer venceu o Benfica , e empatou a 3-3 em Alvalade no jogo de despedida de Liedson, foi um clube simpático que passou pela primeira liga de forma prestigiante, que acabou por cair nos últimos dois anos por motivos económicos pela a II divisão portuguesa.

Hoje para muitos a Naval é apenas um clube que há uns anos esteve na primeira liga, mas na verdade a Naval é muito mais do que isso é um clube histórico que é um dos símbolos da Figueira da Foz, cidade ecléctica onde existem inúmeras escolas desportivas com sucesso, no qual o futebol era a jóia da coroa , e suspira-se para que a Naval volte aos grandes palcos, para que a cidade volte a respirar o calor da primeira liga.

sábado, 12 de julho de 2008

À procura de uma “Estrela”

No início dos anos 60, realizou-se no salão da nossa Gloriosa Naval, um festival da canção, disputado entre concorrentes do nosso concelho, com o objectivo de encontrar uma ESTRELA.

O evento foi disputado durante alguns meses, com eliminatórias todos sábados, sempre com o salão bem apinhado de foliões e folionas. Bons tempos!

Parabéns ao menino da foto - “ALEXANDRE PAIVA”, que cantou a canção “Rendilheira”, não porque tenha ganho o festival, mas porque é AVÔ de uma menina, desde ontem.
Parabéns Alexandre!

Alexandre Paiva, no concurso "À Procura de uma Estrela".

quarta-feira, 14 de maio de 2008

anos 50 - no campo da mata

Não é propriamente uma equipa de futebol da Naval, mas tem alguns elementos que fizeram parte da sua estrutura.
Foi uma confraternização de comerciantes.

Em cima, da esquerda para a direita: Adriano Pinto, Júlio Sário, António Almeida, Henrique Guerreiro, “Esticadinho”, Francisco Gaspar, Menezes e Carlos Maia; em baixo, da esquerda para a direita: Barroso, Zé Ramalho, Luciano Soares Louro, Paiva, e os miúdos João Almeida e Quim Gaspar.

sábado, 26 de abril de 2008

Hino Oficial da Naval

A cerimónia do lançamento do Hino da Naval decorreu no dia 10 de Fevereiro do ano de 2004, nas instalações do Estádio Municipal.
Todas as pessoas que constituíram a mesa de honra, foram decisivas para que esta obra se tornasse realidade.

Luís Pinto (Cantor), Augusto Ferreira (Músico), Fausto Caniceiro Costa (Escritor), Joaquim Parente (Director da Naval), Martins de Oliveira (Vereador da Câmara Municipal), Cação Biscaia (Gráfico) e Drª Natércia Crisanto (Oradora Oficial da Sessão)

Foi a Sr.ª Dr.ª Natércia Crisanto quem historiou o Hino da Naval, senhora que muitas vezes acompanhou o seu filho Chico Crisanto, nos jogos de Basquetebol da Naval, clube que representou durante largos anos.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

"Putos da Naval"

“Putos da Naval” é o nome de um CD com três temas musicais que ontem foi lançado pelo Departamento de Futebol de Formação da Naval em conjunto com todo o universo directivo, administrativo e desportivo do clube numa clara alusão a todos aqueles que durante 115 anos de história praticaram e praticam desporto no clube.

Como principal particularidade está o assumir das mães dos jogadores das escolas de futebol do clube que emprestaram as suas vozes para a iniciativa.

Ainda nesta vertente de particularidades refira-se que a Faixa 1 do CD “Putos da Naval” tem letra e música de Luís Pinto antigo atleta de futebol do clube e hoje figura conhecida do canto lírico, enquanto a Faixa 2 “Faz da vida uma Festa” a letra e música é de Luís Albuquerque (Lita), antigo basquetebolista da Naval e hoje membro da Banda de Hip-Hop - WeFigga , que gentilmente cedeu a música.

A Faixa 3 é instrumental. Refira-se entretanto que a ilustração Gráfica do trabalho apresentado é de outro consagrado navalista, o artista plástico e ex-Presidente da Naval, Cação Biscaia.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Orquestra Miúdos da Naval
Anos 50 (1957/58) a notável Orquestra Miúdos da Naval, actuando ao "vivo" no palco da sede da nossa Gloriosa Naval.

Da esquerda para a direita: 1º Jorge Dias; 2º Vató na bateria (filho do Valdemar Ramalho); 3º Nelo; 4º Bom Zé (filho do Tó João); 5º (???); 6º Alexandre Paiva; 7º o pianista (???). Se alguém puder ajudar na identificação dos restantes, força!

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Somos Verdes … a cor da esperança

A Naval nasceu azul. Eram as cores dominantes da monarquia. Decorria então o mês de Julho do ano de 1911, em Lisboa disputava-se a “Taça Lisboa” talvez o mais importante troféu desportivo em competição. Naval, Ginásio Figueirense e Clube Naval de Lisboa confrontaram-se no Tejo. Venceu a Naval por meio barco, Augusto Carvalho (Timoneiro), David Viana, Henrique Varanga, Patrício Dias e José Oliveira. Foi a primeira vez que um clube da província logrou vencer em Lisboa. No final da prova aconteceu o insólito. Os briosos remadores navalistas foram apedrejados e insultados, com o povo a rotulá-los de “talassas” *.
Devido á cor dos seus equipamentos (azuis), cor da Monarquia em fase de transição para a República.
Chegados á Figueira da Foz, foram festivamente recebidos com direito a banda de música, porém, logo ali foi marcada a Assembleia-geral que veio a aprovar as cores dos novos equipamentos o verde e branco.

* Talassas – Reaccionários
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